Quem escreve

Laura Elisa, 22. Natural de Sabará, mora em Belo Horizonte.

Gosta de mãos, de vermelho, de gatos, de beijo nos olhos, de cigarro de palha e de cheiro de café coando de tarde.
Viciada em comprar itens de papelaria.
Sonha alto. Tem medo do mar. Está aprendendo a meditar.
Aprecia a solidão. Quer viver devagar.
Uma mulher negra à procura dos instrumentos dentro da angústia.
Tem ódio da colonização.
Acredita na conexão entre mulheres como força transformadora.
Não gosta de açúcar no chá. Estudante de Medicina.

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6 pensamentos sobre “Quem escreve

  1. Bom dia Laura,
    Ontem recebi de um grupo de amigxs o texto escrito por ti “Os homens que não amavam as mulheres”, achei ótimo e tomamos a liberdade de republicá-lo em nosso site (link: http://pavio.net/2015/08/01/os-homens-que-nao-amavam-as-mulheres/), estou escrevendo para compartilhar com você esta nossa iniciativa e abrir um canal de diálogo entre nós. Além disso, gostaríamos de contar com você na divulgação desta republicação e deixar aberto o pavio.net para que você se sinta à vontade de nos enviar novos textos e artigos.
    Um outro canal que utilizamos para publicar coisas mais curtas e menos originais é em a nossa página no facebook (https://pt-br.facebook.com/pages/Pavionet/753294001356354), lá você pode encontrar mais assuntos que nós tentamos trazer para o debate e, também, podemos usá-lo para divulgarmos textos publicados pelo negrasolidao.
    Vi em sua apresentação que você faz medicina e nós também temos toda uma linha no pavio de publicar assuntos, não trabalhados pela grande mídia, sobre ciência, saúde e sociedade. Por isso, se tiver algo que gostaria de compartilhar nesta linha, também é do nosso interesse.
    Enfim, temos algo em comum que é debater de forma mais profunda temas tão exacerbados na sociedade e pouco refletidos.
    Abraços,
    Eduardo Torres

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  2. oi! estou interessada na Audre Lorde, gostei dessa sua história de deixar de ser atéia depois de conhecê-la. Pode contar o que você leu? e seu seu texto “é preciso ter coragem para estar sozinha” eu acho que sintetiza brilhantemente muito do que temos sentido e pensado sobre a liberdade e a vivência das nossas sexualidades nesse tempo complexo e contraditório que vivemos. Muito Grata!

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    1. Oi, flor, o texto não é meu, é da Maria Gabriela Saldanha, só republiquei aqui porque aquele texto mudou a minha vida. Sobre a audre lorde: foi uma feminista negra e lésbica, introduziu a idéia da insterseccionalidade. Nunca li um livro inteiro, li alguns textos traduzidos. Recentemente baixei uma tradução pro espanhol de La Hermana, La Extranjera, porém não sei quando terei tempo de ler, Esse link tem outras autoras e textos traduzidos da audre: http://coletivoaudrelorde.org/biblioteca/. Beijo grande!

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  3. Linda adorei o texto, vivi isso em poucos relacionamentos que tive do tipo rolos nunca namorei, de pois anos para cá resolvi praticas o auto amor me vejo feliz e realizada, faço terapia e procuro me cuidar muito e sempre. Muita luz em seu caminho preta. A outra coisa, alguém sabe de grupos de militância da mulher negra em BH?
    Abraços

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